Circo Chen... que pena já não ser o que era
Domingo. Último dia (de apenas 3) do circo Chen em Santa Marta-Corroios. Fui ver.
Há anos que já não ía ao Circo. A última vez que fui foi também ao circo Chen na feira popular. Na altura ainda o circo era glamouroso e espampanante. Havia muitas equilibristas com fatos brilhantes, havia sempre uma família de chineses que saltavam uns por cima dos outros, 6 ou sete leões, elefantes, cavalos, o palhaço rico e o palhaço pobre... todos eles com um guarda-roupa exuberante que fazia sonhar miúdos e graúdos.
Hoje o circo está muito diferente. Da parte de fora vê-se uma lona vermelha de pequenas dimensões, que deixa adivinhar uma pista muito reduzida. Os números são curtos e pobres. A apresentadora já não veste lindos vestidos cobertos de lantejoulas. As bancadas, mesmo sendo poucas, têm muitos lugares vazios.
Os palhaços até são engraçados. Mas os dois pobres. E os dois cómicos. Já não há o trapalhão e o que repreende. Porque o que repreende é o rico e exige fatos ornamentados. E não há dinheiro para isso.
Quando eu era pequena e ía ao circo, no intervalo também se andava de pónei, tal como agora, mas não se pagava 5 euros para se ficar com uma foto de recordação. Podia não se tirar foto nenhuma, mas isso era o que menos importava. O que nós queríamos era andar de pónei na pista que os artistas pisavam. Não precisávamos de fotos, até porque no ano seguinte íamos ao circo outra vez.
O circo está a morrer. Com muita pena minha. É preciso que os papás tirem os meninos da frente do computador por poucas horas e os levem a ver um espectáculo de circo. Como nós íamos quando eramos pequenos. Se muitos começarem a ir teremos o circo de antigamente. Com "salas" cheias. Bilhetes esgotados. Bancadas repletas de gargalhadas e algodão doce. Muitos artistas na pista e animais bem tratados. Um espectáculo muito bonito. Que vale a pena ver. Quando pode ser feito como deve ser. Não assim. Como está agora.
Lutemos pelo regresso do Circo!
Há anos que já não ía ao Circo. A última vez que fui foi também ao circo Chen na feira popular. Na altura ainda o circo era glamouroso e espampanante. Havia muitas equilibristas com fatos brilhantes, havia sempre uma família de chineses que saltavam uns por cima dos outros, 6 ou sete leões, elefantes, cavalos, o palhaço rico e o palhaço pobre... todos eles com um guarda-roupa exuberante que fazia sonhar miúdos e graúdos.
Hoje o circo está muito diferente. Da parte de fora vê-se uma lona vermelha de pequenas dimensões, que deixa adivinhar uma pista muito reduzida. Os números são curtos e pobres. A apresentadora já não veste lindos vestidos cobertos de lantejoulas. As bancadas, mesmo sendo poucas, têm muitos lugares vazios.
Os palhaços até são engraçados. Mas os dois pobres. E os dois cómicos. Já não há o trapalhão e o que repreende. Porque o que repreende é o rico e exige fatos ornamentados. E não há dinheiro para isso.
Quando eu era pequena e ía ao circo, no intervalo também se andava de pónei, tal como agora, mas não se pagava 5 euros para se ficar com uma foto de recordação. Podia não se tirar foto nenhuma, mas isso era o que menos importava. O que nós queríamos era andar de pónei na pista que os artistas pisavam. Não precisávamos de fotos, até porque no ano seguinte íamos ao circo outra vez.
O circo está a morrer. Com muita pena minha. É preciso que os papás tirem os meninos da frente do computador por poucas horas e os levem a ver um espectáculo de circo. Como nós íamos quando eramos pequenos. Se muitos começarem a ir teremos o circo de antigamente. Com "salas" cheias. Bilhetes esgotados. Bancadas repletas de gargalhadas e algodão doce. Muitos artistas na pista e animais bem tratados. Um espectáculo muito bonito. Que vale a pena ver. Quando pode ser feito como deve ser. Não assim. Como está agora.
Lutemos pelo regresso do Circo!

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