sexta-feira, dezembro 16, 2005

A noite das gajas

O jantar das meninas foi uma loucura. A prenda que me calhou foi o costume. A mais feia de todas. Mas isso era o menos importante. E acabei o jantar a oferecê-la a uma das meninas do jantar.
Sangria à descrição, caipirinha (sim, no singular porque só tinhamos direito a uma), mas eu bebi duas porque uma das gajas/meninas não quis.
Muita carninha boa, banana frita às carradas.
Às tantas tinhamos 3 empregados à nossa volta, cada um com uma parte do corpo do porco ou vaca no espeto (devidamente assadas na brasa obviamente). Eu virei-me p'ra um e disse: "Olhe, pra mim só quero maminha na manteiga, picanha de alho ou fraldinha. Ele arregalou os olhos e com sotaque brasileiro disse "humm, sabe o que é bom a menina, muito bem!"
A nossa mesa parecia um estábulo, só não cheirava mal. Uma das meninas mais divertidas da noite até despiu a camisola à mesa e ficou em soutien... É que o calor era muito e a gola alta que ela levava já não na deixava respirar.
Foi só rir. Dançámos música pimba brasileira (que eu adoro eh eh) e até tivémos direito a fazer coreografias quando o senhor que cantava se lembrou de nos oferecer a "boooooooommmmmbaaaaa". Sensual, um movimento muy sexy... Ai desculpem já me estava a deixar ir. Agarrem-me senão as minhas mãos largam o teclado e piscam pra dentro e pra fora a "bomba".
As quatro que entretanto ficaram seguiram a noite para o RS, primeiro bar, depois Klub.
Fomos de Mercedes cinza prata. Bebemos à pala (é fixe quando a ex-namorada de um amigo trabalha no bar mais frequentado aqui da margem sul), encontrámos alguns amigos (claro) e dancámos, dancámos, dancámos... de copito na mão à la gaijas do sexo e a cidade...
No regresso ainda fui buscar o meu smart que tinha ficado no centro sul, fui levar uma menina a casa e entrei de mansinho para não acordar o gajo. Mas não havia gajo para acordar, porque ele estava refastelado no puff a ver um filme. Acordado. E com cara de poucos amigos.