quarta-feira, setembro 28, 2005
Ainda estou (estamos) na loja...Já poderia ter ido embora, mas tá um cromo a pedir um orçamento e tou aqui a ouvir o que ele diz.
O meu menino tem paciência para aturá-los. Porque quer vender logicamente.
Não é fácil ter uma loja aerta. Atura-se muita coisa, depara-se com algumas (felizmente que não são assim muitas) pessoas mal-educadas.
Este que ali está hoje não é propriamente mal-educado. É arrogante. Tem a mania. Deve ser do género que não tem nada, mas que acha que tem. Um exibicionismo gratuito que só lhe fica mal.
Mas enfim, cá estou à espera de conseguir perguntar ao meu menino se vamos jantar a casa. Tou cansada. Ainda quero ir namorar um bocadinho no sofá. Ou no puff. E ver a novela.
Pode ser que já não demorem muito... Ele que vá para casa e a mulher que o ature!
terça-feira, setembro 27, 2005
Mano
É difícil escrever este post sem um nó na garganta... mas acho que é a melhor altura para o fazer.
Não acho que te vá perder, mas a ideia de afastamento perturba-me. Enfraquece-me. Não consigo evitar as lágrimas... Sinto-me triste e impotente, não pela ideia de perda. Porque acho que não te vou perder. Mas pela ideia de desmembramento. Tal como uma árvore que vai crescendo, mas que perde um dos seus principais ramos... é assim que sinto que vai ficar a nossa vida... o meu coração não te perderá concerteza... jamais me trairia nesse sentido. Sei muito bem o que sente e adivinho o que sentirá por ti para sempre...és e serás um ponto de referência para mim, pelo teu bom-senso, sentido de humor apuradíssimo, sempre com a palavra certa e reconfortante. Mais do que isso. És e serás para sempre o meu mano. Que amo como se tivesses nascido da minha mãe.
Os amigos podem-no ser para sempre, mas os irmãos são-no desde sempre. Não precisam de ser do mesmo sangue. Basta que o sangue de um e de outro fervilhe com a mesma intensidade quando estão juntos. Com o mesmo amor. Com o mesmo sentido de união.
Nunca duvides daquilo que sinto por ti.
Afinal, só haverá afastamento se quisermos. Sempre vivemos em casas diferentes e não foi isso que criou alguma barreira entre nós. Não tenhas medo de perder o conceito de família. Esse conceito nós é que o construímos. E tu és da minha família. PONTO. Porque da minha família é quem eu quero. Quem eu gosto. Quem me faz sentir bem. Quem me faz rir alto de satisfação. Quem me acompanha quando estou triste. Quem me estende sempre o braço quando não me apetece lutar. Quem me respeita. Quem me ama. Quem eu amo. E tu és tudo isso. Muito mais que isso.
Formalmente a árvore vai perder um dos seus ramos mais importantes... mas o meu coração sairá intacto.
O teu vai frágil. Eu sei. Mas pode ir com a certeza de que leva muito do meu.
(Não penses que te vais ver livre de mim! Quando é que podemos marcar um jantar?)
segunda-feira, setembro 26, 2005
Circo Chen... que pena já não ser o que era
Domingo. Último dia (de apenas 3) do circo Chen em Santa Marta-Corroios. Fui ver.
Há anos que já não ía ao Circo. A última vez que fui foi também ao circo Chen na feira popular. Na altura ainda o circo era glamouroso e espampanante. Havia muitas equilibristas com fatos brilhantes, havia sempre uma família de chineses que saltavam uns por cima dos outros, 6 ou sete leões, elefantes, cavalos, o palhaço rico e o palhaço pobre... todos eles com um guarda-roupa exuberante que fazia sonhar miúdos e graúdos.
Hoje o circo está muito diferente. Da parte de fora vê-se uma lona vermelha de pequenas dimensões, que deixa adivinhar uma pista muito reduzida. Os números são curtos e pobres. A apresentadora já não veste lindos vestidos cobertos de lantejoulas. As bancadas, mesmo sendo poucas, têm muitos lugares vazios.
Os palhaços até são engraçados. Mas os dois pobres. E os dois cómicos. Já não há o trapalhão e o que repreende. Porque o que repreende é o rico e exige fatos ornamentados. E não há dinheiro para isso.
Quando eu era pequena e ía ao circo, no intervalo também se andava de pónei, tal como agora, mas não se pagava 5 euros para se ficar com uma foto de recordação. Podia não se tirar foto nenhuma, mas isso era o que menos importava. O que nós queríamos era andar de pónei na pista que os artistas pisavam. Não precisávamos de fotos, até porque no ano seguinte íamos ao circo outra vez.
O circo está a morrer. Com muita pena minha. É preciso que os papás tirem os meninos da frente do computador por poucas horas e os levem a ver um espectáculo de circo. Como nós íamos quando eramos pequenos. Se muitos começarem a ir teremos o circo de antigamente. Com "salas" cheias. Bilhetes esgotados. Bancadas repletas de gargalhadas e algodão doce. Muitos artistas na pista e animais bem tratados. Um espectáculo muito bonito. Que vale a pena ver. Quando pode ser feito como deve ser. Não assim. Como está agora.
Lutemos pelo regresso do Circo!
Há anos que já não ía ao Circo. A última vez que fui foi também ao circo Chen na feira popular. Na altura ainda o circo era glamouroso e espampanante. Havia muitas equilibristas com fatos brilhantes, havia sempre uma família de chineses que saltavam uns por cima dos outros, 6 ou sete leões, elefantes, cavalos, o palhaço rico e o palhaço pobre... todos eles com um guarda-roupa exuberante que fazia sonhar miúdos e graúdos.
Hoje o circo está muito diferente. Da parte de fora vê-se uma lona vermelha de pequenas dimensões, que deixa adivinhar uma pista muito reduzida. Os números são curtos e pobres. A apresentadora já não veste lindos vestidos cobertos de lantejoulas. As bancadas, mesmo sendo poucas, têm muitos lugares vazios.
Os palhaços até são engraçados. Mas os dois pobres. E os dois cómicos. Já não há o trapalhão e o que repreende. Porque o que repreende é o rico e exige fatos ornamentados. E não há dinheiro para isso.
Quando eu era pequena e ía ao circo, no intervalo também se andava de pónei, tal como agora, mas não se pagava 5 euros para se ficar com uma foto de recordação. Podia não se tirar foto nenhuma, mas isso era o que menos importava. O que nós queríamos era andar de pónei na pista que os artistas pisavam. Não precisávamos de fotos, até porque no ano seguinte íamos ao circo outra vez.
O circo está a morrer. Com muita pena minha. É preciso que os papás tirem os meninos da frente do computador por poucas horas e os levem a ver um espectáculo de circo. Como nós íamos quando eramos pequenos. Se muitos começarem a ir teremos o circo de antigamente. Com "salas" cheias. Bilhetes esgotados. Bancadas repletas de gargalhadas e algodão doce. Muitos artistas na pista e animais bem tratados. Um espectáculo muito bonito. Que vale a pena ver. Quando pode ser feito como deve ser. Não assim. Como está agora.
Lutemos pelo regresso do Circo!
Ainda estremeço com o teu beijo...
Se um dia chegar ao fim terei a certeza que vivi um grande amor. Daqueles amores em que temos a certeza que estamos com a pessoa certa. Mesmo que, por vezes, muitas vezes, veja muitos defeitos nessa pessoa. Eu não sou daquele género de achar que a pessoa que amo não tem defeitos. Pelo contrário. Encontro-lhe muitos. Mas sei lidar com eles. Porque quero lidar com eles. Era tão fácil, se eu quisesse, apontar-lhe o dedo com este ou aquele defeito. Mas não o faço publicamente, só na intimidade. Leva na cabeça muitas vezes. Mas tem de ser. Mas perante o mundo nada digo. Nem tenho que dizer. Porque o amo com todos esses defeitos. Às vezes questiono-me sobre a grandeza deste amor. Não consigo explicar. Ou exprimir.
É visceral. É quimico e muito fisico também. É uma atracção mútua que já dura há mais de 10 anos.
Não posso adivinhar o dia de amanhã. Ou como vamos estar daqui a mais 10 anos. Casei com a certeza de que quero ficar com ele para o resto da vida. Mas a vida dará muitas voltas e o rumo que ela vai tomar é hoje completamente desconhecido.
Duma coisa tenho certeza. Ele é e será para sempre o meu grande amor. Haja o que houver.
(Dizem que a atracção física desaparece com o tempo... não acho... até porque vamos também envelhecendo e os nossos gostos também se vão alterando.)
Já estás a ficar muito carequinha e eu continuo a achar-te irresistivelmente atraente.
sexta-feira, setembro 23, 2005
Amigo
Já alguma vez tiveram a sensação de perder um amigo? Eu tive ontem, mas felizmente não o perdi.
Encontros mal combinados que resultam do já famoso stress diário dão origem a desencontros no sentido mais lato da palavra.
Ontem um amigo não apareceu num encontro combinado meia-hora antes. Os telemóveis (sim, que o menino tem dois) chamavam, chamavam e nem ele nem ninguém atendiam. Entre as nove (da noite) e as duas (da manhã) o nosso sobressalto foi gigantesco. Ficámos perdidos. Já em desespero absoluto ligámos para hospitais, estação de comboios, polícia, GNR... não havia sinais de vida. Pensámos o pior. Fiz um filme que incluía assalto, rapto, morte, tudo... foi uma angústia, um nó na garganta, uma impotência por nada podermos fazer depois de tudo o que já tinhamos feito. Mandámos mensagens a expressar a nossa preocupação, fomos a casa dele e uma vez mais não tivemos retorno. "Aconteceu mesmo alguma coisa... e grave" repetíamos. Telefonámos para a família, para outros amigos, pusémos todos "à caça" na esperança de alguém ter notícias. Quase perto das 3 da manhã e completamente enfraquecidos por esta procura desenfreada, tentámos descansar sempre agarrados ao telemóvel. Sabíamos que nada mais podíamos fazer. Só esperar por notícias. Às 5h22 da manhã recebo um sinal de mensagem no telemóvel.
Era ele. Tinha estado o tempo todo em casa a descansar. Com os telemóveis sem som. Não ouviu a campaínha a tocar. tentou avisar que já não vinha. Não conseguiu. Jamais lhe passou pela cabeça que ficaríamos tão aflitos.
Hoje já falámos. Estranhou tudo isto. Tal como nós. Ainda nos rimos. O coração apertadinho respirou de alívio.
No fundo não chegámos a perceber muito bem porque tudo isto se passou. Estaremos assim tão "à frente" das supostas novas tecnologias, que as mesmas já não chegam para encontrar um amigo que estava mesmo aqui ao nosso lado? Como foi possível este desencontro brutal? Ainda bem que não foi fatal... Por um par de horas percebemos que a sensação de perder um amigo pode mesmo ser a pior coisa do mundo.
Tiveste a lata de agradecer a preocupação. "Fico feliz por saber que tenho tanta gente que se preocupa comigo". E riste. "Hoje vou ter com vocês para me desculpar de tudo isto". Espero que apareças mesmo...
(Ainda bem que estavas só a dormir. Mas não tens que te desculpar. Foi apenas um desencontro, se calhar levado ao exagero da nossa parte. Mas a amizade "obrigou-nos" a procurar por ti desesparadamente quando percebemos que não tinhas aparecido.)
Para a próxima manda mensagem...
quarta-feira, setembro 21, 2005
Estou aqui para sempre
É inevitável...
Quando acaba o amor, nada mais há a fazer, nem deve ser feito. Para não magoar nem sair magoado. Há é a ser desfeito. Desfaz-se a casa, destrói-se o coração por momentos, mas desfaz-se também o sofrimento. Acaba-se com uma vida vazia, com as noites em branco, com a mentira camuflada por sorrisos empalidecidos.
Vai doer. Mas mais do que tem doído será difícil.
Não tomo o lado de ninguem porque não há lado a ser tomado. Amo os dois. Cada um com o seu mau feitio. Cada um diferente mas no meu coração para sempre iguais. Como se fossem os dois do meu sangue, apesar de só um ser. Fico triste, não posso negar. Mas sei que daqui a pouco tempo ficarei muito feliz quando eles também o forem. Conto com isso. Penso que não é só um sonho. Merecem tudo de bom. Do melhor. São lindos e fantásticos. Lutadores. Inteligentíssimos. Cada um à sua maneira. Vão continuar a ser o que são para mim. Agora ainda terei mais orgulho neles. Tiveram coragem e inteligência para admitirem que não são felizes um com o outro. Ainda não assumiram ao mundo. Mas eles já o sabem. E isso é o mais importante. Vão continuar amigos de certeza.
Sou mana dos dois. Dos dois. E serei para sempre.
(Em breve o meu mano terá um post dedicado só a ele, como fiz para a mana. Sim, és meu mano e serás para sempre.)
terça-feira, setembro 20, 2005
Jogo Lindo
Há já uns dias que não escrevia... mas hoje estou de volta!
E venho com vontade de dizer que continuo a ser muito sonhadora! Fui ver um jogo de futebol do clube que gosto, pelo qual discuto efusivamente sem perceber muito bem porquê! Realmente o futebol tem essa magia, de mexer com as emoções, de reunir num estádio milhares de pessoas que vibram, gritam, saltam, emocionam-se... É fantástico esquecermos por duas horinhas todos os nossos problemas "cá de fora" e mergulharmos naquela imensidão de gente que se reúne com a adrenalina no pico, pelo prazer de ver o "seu" clube jogar.
Gostei muito daquele ambiente. Já lá tinha estado. E voltei a gostar muito. Quero voltar. Vou concerteza voltar. Não sou sócia. Mas se calhar vou ser. Porque ir àquele estádio me faz sonhar com dias felizes.
(Vamos ser campeões outra vez::))
E venho com vontade de dizer que continuo a ser muito sonhadora! Fui ver um jogo de futebol do clube que gosto, pelo qual discuto efusivamente sem perceber muito bem porquê! Realmente o futebol tem essa magia, de mexer com as emoções, de reunir num estádio milhares de pessoas que vibram, gritam, saltam, emocionam-se... É fantástico esquecermos por duas horinhas todos os nossos problemas "cá de fora" e mergulharmos naquela imensidão de gente que se reúne com a adrenalina no pico, pelo prazer de ver o "seu" clube jogar.
Gostei muito daquele ambiente. Já lá tinha estado. E voltei a gostar muito. Quero voltar. Vou concerteza voltar. Não sou sócia. Mas se calhar vou ser. Porque ir àquele estádio me faz sonhar com dias felizes.
(Vamos ser campeões outra vez::))
sábado, setembro 10, 2005
Obrigada
De facto esta segunda-feira arruinou com as minhas forças para o resto da semana... mas não desanimei nem tão pouco desisti... tive sinais de que vale a pena continuar a acreditar que melhores dias virão... e na sexta-feira ri até contorcer o estomago, ri tanto que adormeci enroscada no sofá embevecida com a sensação de que tenho os melhores amigos do mundo.
Ontem foi dia de ver as fotos e o video do inesquecível acontecimento de Junho. Foi tão importante para mim perceber como estavam todos tão solidários com a nossa felicidade... como estavam todos tão empenhados em abrilhatar a maravilhosa festa em que todos
participaram. Obrigada a todos por serem tão amigos. Porque ser amigo é estar muito feliz quando o outro também está feliz. E todos vocês estavam tão felizes comigo...tão felizes connosco.
Ontem foi dia de ver as fotos e o video do inesquecível acontecimento de Junho. Foi tão importante para mim perceber como estavam todos tão solidários com a nossa felicidade... como estavam todos tão empenhados em abrilhatar a maravilhosa festa em que todos
participaram. Obrigada a todos por serem tão amigos. Porque ser amigo é estar muito feliz quando o outro também está feliz. E todos vocês estavam tão felizes comigo...tão felizes connosco.
segunda-feira, setembro 05, 2005
Sonho com o dia em que não exista 2ª feira...
Sempre detestei as 2ªs feiras. Nunca soube muito bem porquê, mas sempre foram dias em que não me sentia com disposição para fazer o que quer que fosse. Esse "ódio" de estimação agravou-se na altura da faculdade, no 1.º e 2.º ano em que apesar de ter semanas repletas de aulas (de manhã e de tarde), compensava o facto de não ter nada para fazer às 2ªs feiras. E era tão bom. Podia ver televisão se me apetecesse, ou ler, ou escrever, ou dormir, ou não fazer absolutamente nada. Na altura só me preocupava com a frequência que ia ter na cadeira de Semiologia ou com a apresentação do trabalho de Organizações Internacionais. Bons e velhos tempos que não voltam mais.
Hoje continuo a detestar as 2ªs feiras que vêm estragar a paz trazida pelo domingo. E tenho razão em detestá-las. Hoje juntei numa segunda-feira todos os problemas possíveis para darem cabo da semana inteira. Um problema veio atrás do outro. Começou de manhã muito cedo. Continuou pela tarde fora. Os problemas esperaram para "atacar" todos juntos nesta 2ª FEIRA malfadada.
Mas afinal porque é q existe 2ª feira? Continuo a sonhar com o dia em que só haja 3ªs, 4ªs, 5ªs, 6ªs, sábados e domingos. O não gostar das 2ªs feiras não está relacionado com o facto serem o início da semana de trabalho. Não gosto porque não gosto. Nunca gostei.
Hoje continuo a detestar as 2ªs feiras que vêm estragar a paz trazida pelo domingo. E tenho razão em detestá-las. Hoje juntei numa segunda-feira todos os problemas possíveis para darem cabo da semana inteira. Um problema veio atrás do outro. Começou de manhã muito cedo. Continuou pela tarde fora. Os problemas esperaram para "atacar" todos juntos nesta 2ª FEIRA malfadada.
Mas afinal porque é q existe 2ª feira? Continuo a sonhar com o dia em que só haja 3ªs, 4ªs, 5ªs, 6ªs, sábados e domingos. O não gostar das 2ªs feiras não está relacionado com o facto serem o início da semana de trabalho. Não gosto porque não gosto. Nunca gostei.
Além de todas as preocupações que hoje desafiaram a minha aparente calma, os compimidos para as dores de dentes não fizeram efeito.
Apesar de tudo, sou salva pelo amor. Esse continua intacto apesar de ser 2ª feira.
(e fico à espera logo à noite do beijinho no ombro ;))
Apesar de tudo, sou salva pelo amor. Esse continua intacto apesar de ser 2ª feira.
(e fico à espera logo à noite do beijinho no ombro ;))
domingo, setembro 04, 2005
Um beijo de amor
3 mesinhos passaram. E o meu principe dorme alheio a este frenesim do teclado.
Estou feliz. Todas as noites recebo sempre um beijinho no ombro. Pelo menos um. Faz-me sentir tão bem. Amada. Para mim um beijinho no ombro é o reflexo de um amor pleno, ladeado por um respeito que não se assume, mas que orgulhosamente se sente.
Tenho certa desconfiança que o ombro foi inventado para receber beijos...muitos beijos de amor.
Estou feliz. Todas as noites recebo sempre um beijinho no ombro. Pelo menos um. Faz-me sentir tão bem. Amada. Para mim um beijinho no ombro é o reflexo de um amor pleno, ladeado por um respeito que não se assume, mas que orgulhosamente se sente.
Tenho certa desconfiança que o ombro foi inventado para receber beijos...muitos beijos de amor.
Porque estás só?
Sentada no teu sofá com a casinha toda arrumada, observas os objectos que adormecem esquecidos na tua acolhedora sala de estar. Uma sala cheia de bom gosto, mas vazia de emoções. Assim como o teu coração. Assim como a tua alma. Ambos vagueiam pela incerteza, mas não vão de mãos dadas, cada um busca um caminho que não sabe muito bem qual é, cada um deseja libertar-se da angústia que agora sentem, mas não têm coragem de se unir e procurar esse caminho juntos. Têm medo de admitir que estão perdidos...
sábado, setembro 03, 2005
Porque sonho eu acordada?
O sonho que tanto me completa, que sempre me dá uma solução para os piores dias, que me acompanha em cada minuto da minha existência.
sexta-feira, setembro 02, 2005
Mana
Era tão bom se pudéssemos repetir essas saídas nocturnas que nos faziam regressar discretamente às 6 e tal da manhã, quando era suposto estarmos em casa às 3 (eu só tinha 12 aninhos...lol), sentir a adrenalina do medo da mãe poder estar acordada e ver as horas... na altura os nossos problemas resumiam-se ao medo de sermos apanhadas a chegar "às tantas" :). Como era bom esse medo. Como esse medo nos tornou cúmplices.
(a tua imagem a descalçares as Sendra bicudas à porta do prédio para não fazeres barulho nas escadas de madeira é fenomenal)
